Prêmio Jurista do Ano


burro

Via VEJA

Agora me digam: o Brasil não é o país da piada pronta?

O Departamento Jurídico da Petrobras informou ao Conselho de Administração da estatal não ter elementos suficientes para processar o PT por participação no esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato. Em reunião do colegiado do dia 26 de março, um advogado da companhia sustentou que “não há provas” para cobrar na Justiça o ressarcimento de recursos que teriam sido desviados para o caixa do partido. Um dos delatores do petrolão, o ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco disse que o partido recebeu até 200 milhões de dólares de propina em contratos da estatal. Em apenas uma das ações penais, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto é réu por ter intermediado 4,2 milhões de reais de propina dissimulados como doação regular de campanha.

O advogado argumentou que a Petrobras buscava evidências mais robustas dos delitos praticados para tomar providências na Justiça. Segundo ele, a Advocacia-Geral da União (AGU) orientou a estatal a aguardar pareceres da Controladoria-Geral da União (CGU), órgão de controle do governo, sobre o caso. O mais provável, explicou, é que a companhia optasse por ser coautora de ações de improbidade administrativa ajuizadas pelo Ministério Público Federal.

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