Levy Chama FMI Pra Almoçar


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É minha gente, como se diz por aí, tá puxado. Joaquim Levy, aquele mesmo que parece com cachorro que caiu do caminhão de mudança, está mesmo afim de namoro com o famigerado FMI – Fundo Monetário Internacional.

Aquele mesmo fundo que o Sapo Barbudo dos 9 dedos tanto demonizava. Isso claro na época que ele só tinha duas camisas (a vermelha e a branca), ou seja, antes de engordar sua poupança e de seus agregados com seus já conhecidos métodos, quase uma fábrica de mal feitos. Sim, porque fazem 13 anos que mudaram de nome as já conhecidas práticas milenares.

Olhem o que o Sapão disse ainda em 2013, muito provavelmente sob o efeito do mé, “FMI nunca resolveu nenhum problema”. Por outro lado, pode ser que ele esteja certo, o fundo talvez seja mesmo do coisa ruim, porém, contudo, no entanto, todavia, lembremos que durante a eleição foi dito claramente que seu partido não veria problemas em abraçar o capiroto para vencê-la.

Já com o Levy, pessoalmente nada contra ele, sabemos que está tentando limpar 13 anos de sucessivas m… que já não cabem mais embaixo do tapete. Infelizmente ele não tem moral para convencer a chefia a cortar os gastos supérfluos que deveria. Lá no fundo sinto que ele ainda será uma espécie de bode respiratório. Querem apostar quanto que daqui a alguns anos irão dizer que o Levy foi o responsável por tudo de ruim que aconteceu neste país.

Fonte: BBC

Após vários anos na geladeira, a relação entre o governo brasileiro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) vive dias agitados.

Em visita a Washington nesta segunda-feira (1º), o ministro uda Fazenda, Joaquim Levy, se encontrou com dirigentes da organização pela terceira vez em três meses, quando mais uma vez tentou tranquilizá-los sobre os rumos da economia brasileira.

Ele já havia participado da reunião de primavera da organização, em abril, e no mês passado recebeu, em Brasília, a diretora-geral da instituição, Christine Lagarde.

Nos Estados Unidos, Levy foi a principal atração de um painel sobre a economia latino-americana. Em sua fala, ele reforçou o discurso de que o Brasil tem feito ajustes para voltar a crescer e foi elogiado por membros da plateia.

A postura do ministro quanto ao fundo contrasta com a dos quatro primeiros anos do governo Dilma Rousseff e a da gestão de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva. Lula e Dilma costumam criticar a relação que o Brasil mantinha com o FMI nos anos 1990, quando o país recorreu ao fundo em busca de empréstimos durante crises.

Tradicionalmente o PT e partidos de esquerda brasileiros acusam o FMI de impor nos países onde atua uma agenda “neoliberal”, que prejudicaria trabalhadores e favoreceria bancos e grandes empresas.

Em 2013, Lula afirmou em Portugal que o “FMI nunca resolveu nenhum problema”.

“Muitas vezes o FMI empresta dinheiro a um país, que ao receber o dinheiro paga a dívida de outros bancos, e o prejuízo fica com a parte pobre da população que trabalha. Sempre foi a assim e sempre será assim.”

Em 2014, ao se referir à quitação da dívida do Brasil com o fundo, Dilma afirmou que “o FMI nunca mais dirigiu a política brasileira”. No ano passado, o então ministro da Fazenda, Guido Mantega, não participou da reunião anual da instituição.

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