Mandiocaram o Grego


tsipras

E não é que as pedaladas fizeram uma vítima no Mar Egeu? O glorioso primeiro ministro grego, Aléxis Tsípras se elegeu depois de ter feito uma campanha midiática e populista, usando, principalmente, o caos vigente na Grécia pós-crise europeia, prometendo o nêgo e o cachimbo ao sacrificado povo helênico, como romper com o FMI, dar o calote na dívida, nacionalizar os ativos produtivos e ampliar os generosos benefícios sociais já existentes.

Já vivendo um aperto danado por conta da crise em si e pelo aperto e austeridade impostos pelos corajosos que puseram grana na frágil economia grega, os descendentes de Sócrates se encantaram com o discurso dele. Olhando as bases da campanha, é possível se observar um dedo conhecido ao sul do Equador: João Göebels Santana. Ou não? Pois é correto pensar assim. No final de 2012, quando ainda era apenas um líder partidário obscuro, Aléxis veio ao Brasil para se orientar com quem ???? Com o 9 dedos e a nossa soberana… Vê só o naipe dos gurus que ele adotou. Mesmo não sendo poha nenhuma no jogo do bicho, Aléxis foi recebido pela regovernANTA e pelo X9 que apresentaram ao bonitão a famigerada ideia de que “não combatemos crise com recessão”.

Disseram ao incauto que o governo da presidentA estava indo de vento em popa com a política de incentivo ao consumo, o aumento do crédito e a redução de carga tributária. É claro que omitiram que isso estava sendo feito com o cheque especial e que a conta não tardaria a chegar, claro, que só depois da reeleição, como de fato aconteceu.

Certo de que o exemplo do Brasil seria o modelo certo a aplicar na Grécia, Tsípras encheu o peito, pegou um boca de ferro e fez uma lambança danada, ganhando a eleição, repetindo a cantilena do loola ao incentivar que os gregos, especialmente as classe C, D e E;  mandasse bala nos cartões de crédito e empréstimos bancário; e gastassem mais que as classe A e B.

Do mesmo jeito que por aqui, secou a fonte de quem sustentava tanto o socialismo moreno quanto o helênico; os credores cobraram a conta e o fumo (ou a mandioca) entraram dicumforça na extremidade caudal de gregos e brasileiro. A mesma marolinha que o nefasto traíra tupiniquim convenceu o grego que era o limite da crise, foi se revelando um tsunami, conforme constatou depois a discípula daqui.

Hoje a merda virou boné. A Grécia não tem dinheiro nem pra imprimir um novo (ou velho?) dinheiro, O FMI e o banco Central Europeu cobram a conta, a população não pode sacar mais que 60 Euros por dia, os aposentados (e por lá são muitos) não têm um pau pra dar num gato, o turismo (maior riqueza do país) miou e a mandioca com casca e tudo entrou.

Arrependido no úrtimo, Aléxis ligou pedindo ajuda e soube que por aqui a coisa está terrivelmente pior, considerando o tamanho da economia, apesar de tudo. largado segurando no pincel, Tsípras está na biqueira de vira pó. Convocou um plebiscito que será sua derrocada final. Se der o SIM; cede aos credores, aperta o cinto e paga a conta; tem que renunciar pois o povo mostrará que é contra o que ele pensa. Se der NÃO, ergue o dedo médio e vai pro pau; não tem a mínima chance de consertar a cagada em que se meteu somente vendendo azeite de oliva e levando turistas a passear nas mais de 6.000 ilhas do Mar Egeu. Tá vendo? Quem manda escolher mal? Seria bom que por aqui se conseguisse divulgar isso pra acabar com a mítica que o PT quer fazer valer….

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