Cidades De Papel


Cidades de Papel

Uma viagem para quase lugar nenhum, talvez fosse uma boa forma de definir o filme. Claro que descobrir o que realmente vale a pena na vida é algo importante, mas é um tanto difícil terminar a exibição sem aquela sensação de: era isso?

Óbvio que não é justo compará-lo com o sucesso A Culpa é das Estrelas, mas noto que muitas pessoas estavam com uma expectativa neste sentido. Neste caso, o resultado poderá ser decepcionante, pois este está alguns degraus abaixo e não irá angariar fãs de todas as idades. É mesmo um filme mais voltado para os adolescentes.

Aqui a estória não é surpreendente e nem tão pouco emocionante. A essência da estória é mostrar que as vezes nos apaixonamos por algo ou alguém sem conhece-la exatamente, e Quentin se apaixonou por uma Margo diferente do que ela se tornara.

As interpretações são competentes, exceto a de Delevingne que felizmente aparece pouco. O roteiro raso e pouco ousado não ajuda muito.

O melhor fica mesmo com as interações do trio de amigos e são eles que trazem as melhores cenas. Não que seja um filme ruim, ele apenas não é espetacular.

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