Uma Coisa é Uma Coisa; Outra Coisa é Outra Coisa


Taça

Assim como a Copa do Mundo, os bandidos venderam para a população as Olimpíadas no Rio de janeiro em 2016 como um divisor de águas do esporte tupiniquim. Depois do Rio, o Brasil se tornaria uma potência olímpica padrão Estados Unidos, Rússia ou China.

Nestas condições, o COB – Comitê Olímpico Brasileiro, traçou como meta ganhar no Rio de 27 a 30 medalhas dos mais variados metais, ficando entre os 10 mais bem colocados no ranking, o que seria um feito muito bom, considerando a melhor posição anterior de 5 ouros em Atenas, 17 medalhas no total em Londres ou 15 medalhas em Atlanta e Pequim.

Pois, tomando como exemplo os resultados do Brasil no Pan-Americano em curso em Toronto, Canadá; preparem-se para mais um fiasco germânico ano que vem.

Três quartos das medalhas ganhas no Pan não têm nível para nem alisar o pódio olímpico. Em alguns casos, os índices atingidos pelos nossos medalhistas, nem os classificariam para as etapas finais das mesmas competições, quando comparados com aqueles registrados em Londres/2012. Lembrando que, a cada competição, os índices melhoram.

Da posição atual, apenas Felipe França (natação) e Isaquias Queirós (canoagem) ganhariam medalha em Londres. E somente Isaquias com o ouro. Felipe seria bronze. Juliana dos Santos, ouro nos 5.000 metros seria a 33a colocada em Londres.

Portanto, os bilhões investidos a título de legado para o esporte, serão novamente um enorme engodo e motivo de roubalheira abaixo do Equador.

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