Esperando O Próximo Rounda


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Nos últimos 5 anos, o MMA se popularizou de uma forma estrondosa no Brasil. Esporte que antes era visto apenas por amantes de lutas, o mesmo se tornou popular a ponto de atrair diversos outros públicos. Parte em função das lutas e parte em função do marketing, o velho jogo de cena que a série de filmes Rock mostrava tão bem no cinema. Lutadores falastrões, entrevistas polêmicas e encaradas tensas valorizam o espetáculo e chamam dinheiro e vendas de pay-per-view.

Através do marketing, campeões são transformados em pessoas imbatíveis e os expectadores em ferrenhos torcedores.Há quem não goste, quem ache demasiadamente violento e desnecessário, mas para estes existe sempre o controle remoto.

Verdade seja dita, o MMA se popularizou em função de duas coisas: o decréscimo do boxe que ao menos na américa latina perdeu muita força por um motivo óbvio, restaram poucos showmen lutando nos ringues, e a evolução do próprio MMA nas lutas em pé, reduzindo bastante as cansativas e por vezes pouco empolgantes lutas agarradas em solo.

Mas assim como no boxe, um fantasma por vezes assombra o mundo do MMA, o fantasma das lutas armadas. No último sábado dia 14/11, vimos que ao menos nem todas as lutas são armadas. Acostumados a ficar acordados até a madrugada para assistir lutas que duravam poucos minutos ou nem isso, o publico viu a ex-campeã dos galos ir a lona. E um dos últimos vasos de cristal do MMA foi quebrado.

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