Molusco Jr, Em: O Mistério Dos Arquivos Desaparecidos


Molusco Jr

A Banânia dentre outras coisas é conhecida mundialmente como um país onde tudo pode, inclusive explicações ridículas. Desta vez, o Molusco Jr, filho do Nove Dedos, é o dono da pérola.

Para quem não se lembra, ele é aquele menino buchudo, que ganhou R$ 2,5 milhões com “relatórios” comprovadamente extraídos de textos copiados da internet, diga-se de passagem textos dignos de alunos do ensino fundamental. Pois, o bonitão afirmou a Policia Federal não possuir os arquivos originais dos documentos. Solicitado ainda em Novembro do ano passado a entregar os arquivos, o cabra entregou apenas cópias impressas e arquivos escaneados em pdf.

Óbvio que o bonitão não vai entregar arquivos para que a perícia possa comprovar que eles tenham sido gerados após o recebimento da bufunfa, se bobear após o inicio da Operação Zelotes.

Agora acochado pela PF e pela imprensa, eu acho que o Molusquinho deveria dizer a verdade. Diga logo que o site que vende trabalhos escolares, onde ele comprou os dele, não entrega os arquivos originais, apenas os pdf.

Fonte: Folha

O filho do ex-presidente Lula que está sob investigação da Operação Zelotes informou Polícia Federal que no possui nenhum arquivo digital dos relatórios que, segundo ele, justificaram o recebimento de R$ 2,5 milhões do lobista Mauro Marcondes entre 2014 e 2015.

Os arquivos de computador originais dos documentos foram requisitados aos advogados de Lus Cláudio Lula da Silva, dono da microempresa LFT Marketing Esportivo, desde novembro pelo delegado da PF que conduz a Zelotes, Marlon Cajado.

Os advogados entregaram até o momento, segundo a PF, os relatórios impressos, organizados como apostilas, e um arquivo em PDF com os mesmos papéis escaneados.

A inexistência do material digital dever impedir uma perícia técnica da PF que poderia dizer se os relatórios foram produzidos antes ou depois da deflagração da operação, em maio de 2015.

O delegado respondeu por ofício que no havia pedido, em comunicação aos advogados, o material impresso ou escaneado, mas “sim o arquivo que lastreou o documento antes de ele ser impresso”. Ele reiterou que queria acesso aos arquivos digitais criados “antes da impresso”.

O advogado de Lus Cláudio, Cristiano Zanin Martins, afirmou em ofício entregue PF no último dia 12 que ele e seu cliente “no possuem, para promover a entrega” PF, os arquivos solicitados.

No ofício, o advogado argumentou que em novembro entregou “espontaneamente” PF a “cópia dos contratos e relatórios de serviços prestados”, assim como “notas fiscais relativas prestação dos serviços”.

Foram quatro os relatórios entregues PF pela defesa de Lus Cláudio. Eles são intitulados “Analise do esporte como fator de motivação e integração nas empresas”, de 89 páginas, “Estudo publicitário visando patrocínio nas arenas construídas para a Copa de 2014”, com 115 páginas, “Impacto da Copa do Mundo no desempenho das empresas patrocinadoras”, de 173 páginas, e “Olimpíadas 2016”, com 144 páginas.

Ao analisar os trabalhos, a PF concluiu que trechos dos textos reproduziam informações da internet. A definição de esporte, por exemplo, era uma cópia da que pode ser encontrada no site Wikipedia.

As descrições de torneios promovidos pela iniciativa privada eram cópias de textos disponíveis nos sites das próprias empresas na internet, segundo a PF.

O relatório da perícia da PF apontou indícios de que tais relatórios foram ‘montados’ com base em textos disponíveis na internet.

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